11 negócios em alta para investir em 2021

negócios em alta para investir em 2021

Negócios em alta para investir em 2021

Como era esperado, os negócios em alta para investir em 2021 no segundo semestre, estão ligados a setores como tecnologia, delivery e vida saudável — um reflexo dos novos hábitos de consumo pós-pandemia. Confira algumas ideias para empreender no novo normal.

1. E-commerce de informática

Segundo o relatório Webshoppers nº 42, publicado pela Ebit | Nielsen, o segmento do e-commerce com maior aumento de ticket médio na pandemia foi o de produtos de informática.

As lojas online da categoria tiveram um aumento de 50% no valor médio de compra dos clientes e um crescimento de 100% no faturamento no segundo trimestre de 2020.

Esse tipo de negócio pode ser focado na venda de computadores e notebooks prontos, além de peças e acessórios, ou na montagem de computadores sob encomenda.

As empresas de maior destaque do segmento têm como diferenciais os serviços de montagem, certificados de qualidade, garantias avançadas e produção de conteúdo sobre informática.

2. Desenvolvimento de games para celular

Um dos mercados que explodiu durante a pandemia foi o de games, com faturamento recorde de R$ 851 bilhões em 2020, segundo dados da Newzoo publicados no IG.

Só o segmento mobile faturou R$ 402,5 bilhões, graças ao aumento exponencial de downloads de jogos para celular.

Nesse cenário, o desenvolvimento de games para celular se torna um negócio em potencial para o próximo ano.

Os apps podem ser publicados pelo Google Play, App Store e Windows Phone Store — basta se registrar como pessoa física ou jurídica e pagar uma taxa única para publicar e vender o aplicativo.

3. Comércio de wearables (Vestíveis)

As vendas de wearables (vestíveis) cresceram 265% no primeiro trimestre de 2020 e alcançou um faturamento de R$ 438 milhões, segundo dados do IDC publicados na Mobile Time.

Entre smartwatches e fitbands (relógios e pulseiras conectados), foram vendidos mais de 318 mil dispositivos vestíveis no país nesse período.

O crescimento do segmento foi puxado especialmente pela Geração Z (jovens nascidos entre 1992 e 2010), que tem se adaptado às pulseiras que registram batimentos cardíacos e velocidade da corrida, óculos com assistentes pessoais e relógios que obedecem comandos.

Logo, vale a pena apostar na venda desses dispositivos para 2021, já que a tendência veio para ficar.

4. Clube de assinatura

A economia da recorrência já é uma tendência global, e 2021 promete ser o ano dos negócios que usam o modelo de assinatura.

No Brasil, o mercado de clubes de assinatura cresceu 10% até setembro e deve fechar 2020 com 12% — um avanço impressionante para um cenário de pandemia e crise mundial.

Em 2015, existiam apenas 300 empresas no setor, e hoje o número estimado é de quase 4 mil clubes, que movimentaram juntos mais de R$ 1 bilhão em 2019.

Confira quais segmentos se destacaram:

Livros (27%)
Bebidas (18%)
Alimentos (17%)
Cuidados pessoais (12%)
Pet (11%)
Outros (15%).

As possibilidades de clubes de assinatura são inúmeras para investir em sex shop, vinhos, cervejas, doces, produtos naturais, kits de maquiagem, cosméticos, acessórios para pets, itens para churrasco, cápsulas de café e qualquer produto de consumo frequente que o público possa receber em casa.

Basta encontrar um nicho de mercado que ainda não foi explorado e abrir seu negócio para faturar com pagamentos recorrentes.

5. Venda de produtos vegetarianos e veganos

O mercado vegetariano já vinha crescendo e continua sendo uma aposta certeira para 2021.

Segunda a pesquisa mais recente do Ibope sobre hábitos alimentares, publicada em 2018 no G1, 14% da população brasileira já se declara vegetariana (30 milhões de pessoas).

Além disso, 55% dos brasileiros afirmam que consumiriam mais produtos veganos se os ingredientes estivessem indicados na embalagem, enquanto 60% escolheriam a opção vegana se tivesse o mesmo preço do produto que costumam consumir.

Nos EUA, 25% da população entre 25 e 34 anos se declara vegetariana, segundo dados do Euromonitor International publicados na Istoé Dinheiro.

A maior prova do potencial desse mercado é o fato de grandes empresas de proteína animal como Seara, Sadia, Perdigão e redes de fast-food como McDOnald’s e Burger King terem lançado suas linhas vegetarianas e veganas recentemente.

Nos pequenos negócios, crescem os restaurantes vegetarianos, empresas de marmitas sem produtos de origem animal, empresas de cosméticos veganos, fabricantes de produtos plant-based e vários outros segmentos repletos de oportunidades para 2021.

6. Venda de cosméticos naturais e artesanais

Na onda da consciência ambiental e busca por produtos sustentáveis, os cosméticos naturais ganham destaque no mercado de beleza.

Segundo um estudo da plataforma Teads publicado em 2020 na Brazil Beauty News, 62% dos brasileiros acreditam que os cosméticos deveriam ser formulados apenas com ingredientes naturais e orgânicos.

Apesar de ser recente no Brasil, o segmento tem grande potencial de crescimento para 2021, pois está em sintonia com as mudanças de hábitos dos consumidores pós-pandemia.

Na opinião de Thiago Pissaia, idealizador da marca curitibana de cosméticos artesanais Nesh, a população está buscando a naturalidade dos produtos que eram vendidos nas décadas de 1940 e 1950, que tinham menos aditivos químicos e não representavam riscos à saúde.

Em entrevista ao DC Mais de 2020, ele afirma que as principais tendências atuais são sabonetes, xampus e condicionadores produzidos com ativos naturais e sem a adição de elementos nocivos ou ingredientes sintéticos em sua composição.

Outra tendência interessante é a dos xampus e condicionadores sólidos, que têm efeito superior ao dos líquidos e dispensam o plástico da embalagem.

7. Negócios imobiliários

O mercado imobiliário foi um dos mais resilientes durante a crise do coronavírus, com crescimento de 8,4% na venda de apartamentos, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) publicados na Gazeta do Povo.

Já os financiamentos imobiliários saltaram 70,1% em setembro, em comparação com o mesmo mês de 2019, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) publicados no mesmo artigo.

Para o presidente da CBIC, José Carlos Martins, a pandemia impulsionou o setor devido à crescente valorização do lar, da casa e da família.

Ele afirma à Gazeta do Povo que o mercado está muito otimista para 2021, quando o fornecimento de insumos deve ser normalizado e os lançamentos devem voltar a crescer.

Logo, esse pode ser o momento certo para o empreendedor que pensa em abrir uma imobiliária.

8. Serviço de locação de carros

A locação de carros foi um dos serviços que ganhou força em 2020, já que compartilhar veículos se tornou arriscado devido à pandemia.

Segundo uma pesquisa realizada pela Deloitte e publicada em 2020 na Folha, 56% dos jovens brasileiros (gerações Y e Z) consideram dispensável possuir um automóvel no futuro.

Para atender a esse público na realidade atual, as empresas de locação de veículos se apresentam como solução intermediária entre as concessionárias e aplicativos de compartilhamento.

Logo, a tendência é que esse mercado cresça ainda mais e se torne um dos negócios em alta de 2021.

9. Serviços de TI e Hospedagem de sites

O mercado de serviços de TI cresceu 4,1% em 2020, mesmo com a queda generalizada no setor de serviços devido à pandemia, segundo dados do IDC Brasil publicados no Jornal do Comércio.

Os segmentos que impulsionaram o mercado foram o de cloud computing e segurança da informação, que tiveram um papel essencial na implementação do home office em empresas durante a quarentena.

Por outro lado, o segmento que perdeu foi o de fornecimento de hardware, por conta da dolarização de seus produtos.

Para 2021, a tendência é que os serviços em nuvem continuem em destaque e que os projetos e consultorias para empresas na área disparem — uma dica importante para quem pretende investir na área.

10. Delivery de comida

O Sebrae apontou a tendência do delivery no ramo de alimentação fora do lar já no início da pandemia.

De fato, os principais aplicativos de entrega de comida (Rappi, Ifood e Uber Eats) cresceram 103% de janeiro a junho de 2020, segundo uma pesquisa da Mobills publicada no Terra.

Ao mesmo tempo, as micro e pequenas empresas dedicadas à produção e delivery de marmitas e refeições embarcaram nessa tendência e devem estar entre os negócios em alta para 2021.

De acordo com a consultora Karyna Muniz, do Sebrae-SP, uma microempresa de fornecimento de marmitas bem gerida pode ter margens de lucro acima de 20%.

Em entrevista à Folha de 2020, ela sugere os ramos de refeições individuais, entrega de marmitas para famílias e produção de alimentos para nichos especiais como idosos e pessoas com restrições alimentares.

11. Infoprodutos

Os infoprodutos seguem em alta em 2021, com destaque para as videoaulas e cursos online.

No “Guia de Tendências 2020-21 — Sociedade e consumo em tempos de pandemia”, o Sebrae destaca a importância do vídeo como a nova comunicação padrão do pós-pandemia e dá um conselho aos empreendedores criativos:

“Se você tem alguma habilidade (desenhar, cozinhar, falar uma língua, entreter pessoas, etc.), você mesmo pode criar videoaulas para compartilhar com quem estiver interessado.
Seu desafio é estruturar o conhecimento, criar o seu negócio e encontrar o seu público (não tenha medo de pensar em nichos de mercado!).”

Com o YouTube e plataformas como Hotmart e Monetizze, fica fácil monetizar o conteúdo e transformar seu hobby em um grande negócio em 2021.

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